Direção editorial
Dois sócios responsáveis por cada programa entregue. Assinam a recomendação e respondem por ela após a entrega.
O Estúdio
A Vetor Cinza foi fundada em 2017 com uma convicção desconfortável: a maior parte do trabalho analítico que circula no mercado é apresentação de números, não interpretação. Decidimos praticar o contrário.
A prática
Trabalhamos com empresas que precisam decidir com cuidado — decisões de investimento, de pricing, de exposição a risco, de portfólio. Não são decisões que cabem num indicador médio ou num painel automático.
Nove anos de prática nos ensinaram que a parte mais difícil do trabalho analítico raramente é técnica. É formular a pergunta certa, identificar o que os dados podem e o que não podem responder, e apresentar o resultado de um jeito que sustente uma decisão real — incluindo seus limites.
Por isso operamos como estúdio, não como consultoria de volume. Cada programa tem responsável nomeado, escopo escrito e cadência editorial — leitura, revisão, ajuste.
Preferimos uma boa pergunta respondida com método a uma pergunta ruim respondida com volume. O resto é decoração.
— Documento fundador, 2017
Treze pessoas em cargos técnicos, dois sócios responsáveis pela direção editorial e uma rede de pareceristas associados em estatística, economia aplicada e direito de dados.
Dois sócios responsáveis por cada programa entregue. Assinam a recomendação e respondem por ela após a entrega.
Seis cientistas de dados sêniores em estatística aplicada, com prática consolidada em séries temporais, inferência causal e econometria.
Cinco engenheiros responsáveis pelos pipelines, modelagem dimensional e governança. Garantem a base sobre a qual a análise se sustenta.
Rede externa em economia, estatística avançada e direito de dados. Acionados quando o problema exige opinião que não cabe a cargo único.
Nove anos não são pouco. Um resumo do que aconteceu entre a fundação e hoje.
Constituída por três sócios vindos de uma consultoria de pesquisa econômica e de uma área de inteligência de uma instituição financeira. Primeira sede no Jardim Paulista, em sala compartilhada.
Contratação por grupo de varejo nacional para condução de programa de atribuição de mídia ao longo de três anos. Estabeleceu o formato de cadência editorial trimestral.
Primeiro programa em bens de consumo: previsão de demanda multi-SKU. Em seguida, formação de núcleo interno de séries temporais com seis pessoas dedicadas.
Programa de leitura de migração de carteira para instituição de médio porte. Originou a prática de auditoria analítica, hoje uma das disciplinas centrais do estúdio.
Treze pessoas em quadro técnico, dois sócios na direção editorial, R$ 3,2 bilhões sob análise ativa entre clientes de varejo, indústria e serviços financeiros.
Tão importante quanto o que praticamos é o que decidimos não fazer.
Toda entrega tem um sócio que assina. Nenhum relatório sai com responsabilidade diluída entre "a equipe".
Não dobramos a equipe para atender mais clientes simultaneamente. Mantemos a cadência que permite a leitura cuidadosa.
Não aceitamos contratos cuja recomendação esteja escrita antes da análise. A independência interpretativa é parte do que vendemos.
Entregamos dashboards apenas com um documento de leitura anexo. Métrica sem interpretação tende a ser usada contra seu próprio propósito.
Todo modelo entregue tem cronograma de revisão. Não tratamos modelagem como produto definitivo — o mundo muda e a leitura precisa acompanhar.
Há perguntas que se respondem em quatro semanas e há perguntas que pedem oito meses. Quando o prazo compromete a confiabilidade, recusamos o projeto.
Próximo passo
Marcamos uma reunião de 45 minutos para entender o problema em mãos e indicar — sem custo — se nosso método se aplica ao seu caso.
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