Vetor Cinza — EST. 2017 Iniciar conversa
Composição abstrata em tons escuros sugerindo análise de dados

Inteligência analítica — São Paulo, BR

Onde os dados sustentam a decisão.

A Vetor Cinza estrutura programas de análise de dados para empresas que tratam decisão como matéria séria. Modelagem rigorosa, evidência rastreável, leitura editorial do resultado.

SedeSão Paulo, SP Prática desde2017 Programas conduzidos47 Setores atendidos12

Disciplinas que conduzimos com rigor.

Não somos uma fábrica de painéis. Conduzimos programas, do desenho metodológico à leitura final — sob a responsabilidade de quem assina a recomendação.

01 — Modelagem

Modelagem e atribuição

Séries temporais, modelos de mistura de mídia, atribuição multi-canal e elasticidades de preço aplicadas ao contexto do cliente — sem importar templates genéricos.

  • MMM (mix-modeling)
  • Atribuição multi-toque
  • Elasticidade de preço
02 — Inteligência

Inteligência de mercado

Leitura de demanda, segmentação acionável e mapeamento competitivo com fontes verificáveis. Apresentamos a evidência junto à recomendação.

  • Demanda e sazonalidade
  • Segmentação por valor
  • Mapeamento competitivo
03 — Engenharia

Engenharia de dados

Pipelines de ingestão, modelagem dimensional e governança que dão suporte às análises. Construímos a fundação para que o resto faça sentido.

  • Pipelines e ingestão
  • Data warehouse
  • Governança e linhagem
04 — Visualização

Painéis executivos

Painéis com narrativa orientada — onde a métrica certa aparece no momento certo, sem ruído. A leitura precede o ornamento.

  • Painéis editoriais
  • Relatórios narrativos
  • Métricas-âncora
05 — Auditoria

Auditoria analítica

Revisão metodológica de relatórios produzidos por equipes internas ou por terceiros. Identificamos vieses, falhas amostrais e inconsistências interpretativas.

  • Revisão metodológica
  • Análise de viés
  • Parecer técnico
06 — Ciência

Ciência aplicada

Estatística inferencial, previsão e leitura causal aplicadas ao problema concreto. Para quando a decisão exige mais do que um indicador médio.

  • Inferência causal
  • Previsão e cenários
  • Testes A/B desenhados

Dado bruto raramente decide. Decide o método com que se interroga o dado — a hipótese formulada, a evidência rastreada, a leitura assinada por alguém que responde pelo resultado.

— Princípio fundador, 2017

Programas recentes.

Uma amostra do trabalho conduzido com clientes em varejo, indústria e serviços financeiros nos últimos 24 meses. Identidades preservadas a pedido.

Varejo nacional Painel analítico com séries temporais e atribuição de canais de mídia

— Caso 01 / Varejo & Mídia

Atribuição de mídia para rede com 314 lojas físicas

Reformulação do modelo de atribuição em quatro canais pagos e dois orgânicos, com calibragem semanal contra vendas reais. Reduzimos a divergência entre previsto e observado de 18% para 4,6% em três trimestres.

Período9 meses DisciplinasModelagem, MMM SetorVarejo
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Bens de consumo Visualização de previsão de demanda com gráficos sobre fundo escuro

— Caso 02 / Indústria

Previsão de demanda em cadeia de quatro centros de distribuição

Reescrita do modelo de previsão semanal por SKU, com inclusão de variáveis climáticas e de promoção concorrente. Estoque parado caiu 23% e a ruptura em pontos de venda crítica passou de 6,8% para 2,1%.

Período14 meses DisciplinasPrevisão, Engenharia SetorFMCG
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Serviços financeiros Análise estatística com tabelas e séries de risco em monitor

— Caso 03 / Crédito

Leitura de migração de carteira em instituição de médio porte

Diagnóstico de migração entre faixas de risco em carteira de R$ 1,4 bi, com identificação de duas coortes responsáveis por 71% da deterioração observada. O relatório foi base para o ajuste de política de concessão do trimestre seguinte.

Período5 meses DisciplinasInferência, Auditoria SetorFinanceiro
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9+
Anos de prática
47
Programas conduzidos
12
Setores atendidos
3,2bi
R$ sob análise ativa

Como conduzimos um programa.

Cinco etapas que não se confundem. Cada uma tem entrega documentada e ponto de decisão antes da próxima.

01

Diagnóstico

Leitura do contexto, das perguntas que realmente importam e dos dados disponíveis. Encerra com um documento de escopo que define o que será respondido — e o que ficará de fora.

02

Coleta e arquitetura

Mapeamento de fontes, avaliação de qualidade e construção do ambiente analítico. Nesta etapa identificamos lacunas e propomos a coleta complementar quando necessária.

03

Modelagem

Método escolhido em função do problema, não do hábito. Documentamos a hipótese, a aderência aos dados e os limites de interpretação de cada estimativa produzida.

04

Leitura editorial

Interpretação do resultado em linguagem de quem decide. Cada recomendação vem acompanhada da evidência que a sustenta e do nível de confiança que merece.

05

Sustentação

Revisão periódica, monitoramento dos indicadores-chave e ajuste do modelo quando o mundo muda. Programa sustentável, não relatório fechado.

Princípios da prática.

Quatro orientações que guiam decisões cotidianas dentro do estúdio — da composição da equipe à forma de apresentar um resultado ambíguo.

I

Método antes de ferramenta

O problema dita o método; o método escolhe a ferramenta. Quando a ordem se inverte, a análise vira moldura.

II

Evidência rastreável

Toda recomendação tem caminho documentado — da fonte original ao número final. Auditável por quem assina e por quem recebe.

III

Independência interpretativa

Trabalhamos com o cliente, não para confirmar a tese do cliente. Resultados desconfortáveis são entregues com a mesma clareza dos confortáveis.

IV

Tempo para o detalhe

Há programas que cabem em quatro semanas e há programas que pedem oito meses. Recusamos prazos que comprometem a confiabilidade da leitura.

Próximo passo

Inicie um programa de análise.

Escreva sobre o problema que tem em mãos. Respondemos em até dois dias úteis com uma leitura preliminar e uma proposta de diagnóstico — sem compromisso.

Escrever para o estúdio